Nova decisão de Gilmar reforça falta de protagonismo da presidência do STF durante recesso

    Ministro trabalha desde dezembro e no sábado mandou suspender julgamento que analisaria foro de Flávio Bolsonaro

    Foto: Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

    A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes de suspender o julgamento do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que definiria em qual instância o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) deveria ser julgado pelo esquema das rachadinhas foi mais uma que ofuscou o protagonismo da presidência da Corte no recesso judiciário.

    O STF no momento está sob o comando da ministra Rosa Weber, que assumiu durante as férias do ministro Luiz Fux. Quatro dos 11 ministros do STF abriram mão do recesso de fim de ano e das férias. As informações são da coluna Painel, da Folha de S.Paulo.