Produção industrial baiana registrou queda de 4,6% em outubro

    Na comparação com indústria baiana assinalou queda de 7,2%

    Foto: reprodução do site da CNI

    Arodução industrial da Bahia registrou recuo de 4,6% em outubro de 2022 em relação a setembro. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa é a quarta queda consecutiva. Em setembro a taxa foi de -1,4%. Na comparação com outubro de 2021, a indústria baiana registrou queda 7,2%. Apesar da queda, no período de janeiro a outubro de 2022, o setor industrial acumulou taxa positiva de 4,2% e no indicador acumulado dos últimos 12 meses, houve acréscimo de 1,1%, em relação ao mesmo período anterior.

    Na comparação de outubro de 2022 com outubro de 2021, a indústria baiana apresentou queda de 7,2%, com oito das 12 atividades.

    No acumulado dos últimos 12 meses, comparado com o mesmo período anterior, a taxa da produção industrial baiana foi de 1,1%. Quatro dos 12 segmentos da Indústria geral influenciaram o resultado, com destaque para:

    – Derivados de petróleo (26,4%);

    – Minerais não metálicos (4,7%);

    – Equipamentos de informática e produtos eletrônicos (76,2%);

    – E Couro, artigos para viagem e calçados (1,2%).

    Negativamente, destacaram-se os segmentos de Metalurgia, que registrou queda de 40,0%. Importante ressaltar, também, os resultados negativos assinalados por Veículos (-80,7%), Produtos alimentícios (-5,8%), Borracha e material plástico (-10,0%), Extrativas (-9,6%), Celulose, papel e produtos de papel (-3,2%), Bebidas (-8,6%) e Produtos químicos (-0,9%).

    Comparativo regional

    O crescimento no ritmo da produção industrial nacional, com taxa de 1,7%, na comparação entre outubro de 2022 com o mesmo mês do ano anterior, foi acompanhada por sete dos 14 estados pesquisados, destacando-se as principais taxas positivas assinaladas por Mato Grosso (15,8%), São Paulo (7,7%), Rio de Janeiro (6,5%) e Minas Gerais (6,4%). Por outro lado, Espírito Santo (-20,7%) e Paraná (-14,5%) registraram as maiores variações negativas nesse mês.

    No período janeiro a outubro de 2022, Mato Grosso (24,5%), Amazonas (4,5%), Rio de Janeiro (4,2%) e Bahia (4,2%) registraram os maiores avanços no período. Oito dos 14 locais pesquisados registraram taxa negativa, com destaque para os recuos mais acentuados em Pará (-8,1%), Espírito Santo (-6,7%), Ceará (-4,6%) e Santa Catarina (-3,9%).,