Ignoradas pelo Congresso, três MPs do governo Lula perdem validade nesta sexta

    Entre elas, estão a MP que transferia o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Banco Central de volta para o Ministério da Fazenda

    Foto: Divulgação / Senado Federal

    Três das sete primeiras Medidas Provisórias (MPs) proposta pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) perderam a validade nesta sexta-feira (2). Ao longo dos 120 dias, o Congresso Nacional ignorou a apreciação da matéria que precisavam ser votadas para se tornarem definitivas.

    Entre elas, estão a MP que transferia o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) do Banco Central de volta para o Ministério da Fazenda, a MP do Conselho de Administração de Recursos Fiscais (Carf) que estabelecia o chamado “voto de qualidade” a favor do Fisco e a que diz respeito à extinção da Fundação Nacional de Saúde (Funasa).

    Algumas das MPs conseguiram ser “salvas”, são elas a MP do Auxílio Gás, que determina a desoneração dos combustíveis, a que exclui o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) do cálculo do Pis e da Confins e, uma das consideradas importantes para o terceiro mandato do Lula, a reorganização dos ministérios. 

    As Medidas Provisórias (MPs) são instrumentos que permitem ao Executivo criar leis de imediato.