Kiki defende envio de projetos pelo Executivo e diz que Câmara está trabalhando pela cidade

    Para o vereador, o segundo semestre legislativo mais intenso é sinal de produtividade e de compromisso com a capital

    Foto: Rodrigo Fernandes/bahia.ba

    O líder do governo na Câmara Municipal de Salvador, vereador Kiki Bispo (União Brasil), saiu em defesa do Executivo após críticas de parlamentares da oposição sobre o volume de projetos enviados pela Prefeitura à Casa. As declarações foram dadas nesta quarta-feira (15), durante a sessão que marcou a votação de quatro propostas do prefeito Bruno Reis (União Brasil). No mesmo dia, a vereadora Aladilce Souza (PCdoB) criticou o alto volume de textos enviados pelo Executivo à Casa.

    Entre os projetos discutidos estavam o PLE 395/2025, que trata da desafetação e alienação de bens públicos municipais, o PLE 393/2025, que cria os componentes municipais do Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (SISAN), o PLC 05/2025, que institucionaliza o Serviço Social Autônomo Municipal, e o PLE 397/2025, que estabelece a Política Municipal de Empregabilidade para a População em Situação de Rua, por meio do Programa Vida Nova Empregabilidade.

    Planejamento antecipado

    Kiki Bispo afirmou que o envio das matérias pelo Executivo já estava programado desde o recesso parlamentar, em agosto, e que os vereadores tiveram tempo suficiente para analisar as propostas. “Isso estava previsto desde o início do recesso em agosto, quando a Prefeitura encaminhou. Naquela oportunidade foram 13, e mais 13 projetos chegaram logo em seguida”, explicou.

    Segundo o líder do governo, o planejamento da Prefeitura garantiu um intervalo adequado para que os parlamentares pudessem estudar o conteúdo dos projetos e apresentar contribuições. “Nós temos um tempo extremamente hábil para que cada vereador pudesse se debruçar, estudar, fazer proposições e emendas, como vimos no dia de hoje, inclusive com emendas da própria oposição sendo inseridas aos projetos do Executivo”, ressaltou.

    Para o vereador, o segundo semestre legislativo mais intenso é sinal de produtividade e de compromisso com a cidade. “Sabíamos que teríamos um segundo semestre movimentado. Eu acho que isso é bom para Salvador. É a Câmara trabalhando, produzindo, fazendo o seu papel”, destacou.

    Ao defender o ritmo de trabalho da Câmara, o líder do governo afirmou que a discussão e votação de projetos importantes é reflexo de uma Casa atuante e colaborativa. “Vamos seguir nessa mesma vertente de trabalho, analisando projetos que tratam de questões essenciais da cidade. No final, quem ganha com isso é Salvador”, afirmou.