Bruno Reis diz que sancionará plano de segurança aprovado pela Câmara

    l. Segundo o gestor, o texto passou por análise e ajustes antes da aprovação pelos vereadores

    Foto: Daniel Serrano / bahia.ba

    O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), afirmou nesta quinta-feira (7) que irá sancionar o plano de segurança pública aprovado pela Câmara Municipal. Segundo o gestor, o texto passou por análise e ajustes antes da aprovação pelos vereadores.

    “As emendas foram negociadas. Antes da aprovação, a base do governo recebeu as emendas. A gente analisou, negociamos o que era possível ser acatado, o que não era”, disse.

    Bruno Reis afirmou ainda que o projeto chegou ao Executivo no mesmo dia e que a sanção será publicada no Diário Oficial. “O plano, o projeto de lei chegou agora à tarde. Então amanhã estará sancionado no Diário Oficial, publicado e passa a entrar em vigor. Mas iremos sim sancionar com todas as emendas aprovadas”, afirmou.

    Aprovação

    A Câmara Municipal de Salvador (CMS) aprova, na tarde desta quarta-feira (6), o Plano Municipal de Segurança Pública e Defesa Social (PMSPDS), com 6 emendas adicionais, 3 da oposição e 3 da base. A votação ocorre depois de dias de debates entre os parlamentares, que analisaram pontos do projeto e apresentaram emendas antes do texto final ir para votação, onde a oposição demonstrou insatisfação.

    Ao longo da semana, reuniões foram realizadas para discutir o conteúdo da proposta, com a apresentação de emendas por diferentes vereadores, a oposição apresentou 11 emendas, e outros vereadores em conversa com o presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), Alexandre Aleluia (Novo), também apresentaram ideias.

    O texto final foi finalizado na manhã desta quarta-feira, após nova reunião da CCJ, que avaliou os ajustes e encaminhou o projeto para apreciação no plenário. O plano havia sido encaminhado pelo Executivo em dezembro do ano passado e tinha previsão inicial de votação no fim de abril, mas acabou sendo adiado após pedido de vista de parlamentares da oposição.