Publicado em 22/05/2026 às 08h36.

Haddad repercute e minimiza possível encontro entre Flávio Bolsonaro e Donald Trump

O possível encontro entre Flávio e Trump deve ocorrer entre terça (26) e quinta-feira (28), na Casa Branca

Redação
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

 

O ex-ministro da Fazenda e pré-candidato ao Governo de São Paulo, Fernando Haddad (PT) participou de uma palestra sobre economia na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em Osasco, na Grande São Paulo, na última quinta-feira (21), e repercutiu a ida do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) aos Estados Unidos para um encontro com o presidente norte-americano, Donald Trump.

Ao comentar o assunto, Haddad afirmou que “falar com o Trump, muita gente fala”. “O presidente Lula já falou com ele tantas vezes.”, afirmou Haddad. “O Brasil é soberano. A Polícia Federal vai deixar de investigar o caso Master por que o Trump vai mandar? O Trump não manda na Polícia Federal. O Trump não manda no Ministério Público do Brasil. Não manda no Pix. Não manda nessas coisas. A gente tem nossas instituições aqui”, declarou o petista.

O possível encontro entre Flávio e Trump deve ocorrer entre terça (26) e quinta-feira (28), na Casa Branca, em Washington. A reuniu deverá contar com a participação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL), irmão de Flávio.

Entre os temas, os políticos brasileiros devem tratar das facções criminosas PCC-CV, de grande interesse para o Governo dos EUA, que pretende classificá-las como organizações terroristas.

“Vamos levar à frente as investigações e ele [Flavio] não vai conseguir parar [o trabalho das autoridades brasileiras] com o Trump”, reforçou o ex-ministro da Fazenda, reiterando que a PF tem liberdade total para investigar todos que tenham suspeita de envolvimento com a fraude do Master.

Haddad afirmou ainda que não adianta Flávio “achar que vai entrar numa campanha para ser presidente da República sem prestar contas”. “Agora, um filme de R$ 134 milhões… Isso é só do Master, fora as emendas [parlamentares]. Ele falou que não tinha dinheiro público. Mentiu de novo”, concluiu o petista.

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