Publicado em 09/06/2026 às 18h50.

Ibañez despista sobre possível mudança de posição e se coloca à disposição da Seleção

Em seu primeiro Mundial, zagueiro pode ganhar espaço em outra posição na Amarelinha

Juliano Franca
Foto: Divulgação/FIFA

Com a lesão de Wesley e a ausência de um lateral-direito de origem no elenco da Seleção Brasileira, o zagueiro Roger Ibañez surge como uma das alternativas para o setor defensivo na estreia da Copa do Mundo. Além dele, Danilo também aparece entre os candidatos para ocupar a vaga aberta na equipe de Carlo Ancelotti.

Em entrevista concedida nesta terça-feira (9), Ibañez foi questionado sobre a possibilidade de estar sendo preparado para atuar pela lateral-direita. Sem revelar detalhes dos treinamentos da Seleção, o defensor preferiu manter o mistério na resposta. “A gente está trabalhando forte desde a semana passada para chegar o mais pronto possível para o jogo de estreia. Isso é o máximo que posso te falar porque senão dá ruim para mim“, brincou.

Apesar de não confirmar qual será sua função em campo, o jogador deixou claro que está preparado para ajudar a equipe em qualquer posição necessária. “Seja de zagueiro ou lateral, estou pronto para ajudar, seja qual for a posição”, afirmou.

Convocado para disputar sua primeira Copa do Mundo, Ibañez destacou a emoção de viver o momento com a camisa da Seleção Brasileira. O defensor classificou o torneio como o maior palco do futebol e afirmou estar vivendo a melhor fase de sua carreira.

A Copa do Mundo é o maior evento que alguém pode jogar. Como espectador, já é algo enorme, mas participar é ainda mais especial. Posso dizer que é o melhor momento da minha vida“, declarou.

A estreia na Copa do Mundo

A estreia do Brasil no Mundial será diante de Marrocos, no próximo sábado (13). O confronto marca um reencontro entre as seleções, que se enfrentaram em amistoso após a Copa de 2022. Na ocasião, os marroquinos venceram por 2 a 1, em partida disputada durante o período de reformulação da equipe brasileira.

Ibañez esteve entre os titulares naquele jogo e relembrou o contexto vivido pela Seleção na época.

“Depois da Copa fui convocado para aquela partida. A Seleção estava passando por uma reestruturação, com muitos jogadores novos recebendo oportunidades. Três anos depois estou aqui novamente, graças a Deus“, concluiu.

Juliano Franca
Graduando em jornalismo pela UFBA e estagiário do Bahia.BA. Feirense, fundador da Fute em Foco, repórter e comentarista do Tikitaka Sports, crítico de cinema pelo Cine.Italo, cofundador do Daft.Cult e membro da Liga de Jornalismo Esportivo da UFBA e da Liga de Cinema e Audiovisual. Fã da Hayley Williams.

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