Seis maiores centrais sindicais se unem e preparam greve geral

    Conforme o texto, o governo de Michel Temer (PMDB) e o Congresso atendem apenas a interesses da classe empresarial

    Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil

    A aprovação da lei da terceirização fez com que as seis principais centrais sindicais do país se unissem. Juntas, elas preparam manifestações e uma greve geral contra a medida. A data da paralisação será decidida na segunda-feira (27) e deve ocorrer no fim de abril.

    Em nota assinada nesta quinta-feira (23) pelos presidentes da CUT, Força Sindical, UGT, CTB, NCST e CSB, após reunião em São Paulo, as centrais afirmam que “a terceirização aprovada condena o trabalhador à escravidão”.

    Conforme o texto, o governo de Michel Temer  (PMDB) e o Congresso atendem apenas a interesses da classe empresarial: “O trabalhador ganhará menos, trabalhará mais e ficará exposto a acidentes de trabalho”.

    Representantes de quase 10 milhões de trabalhadores, as entidades ressaltam estarem abertas ao diálogo para mudar o projeto. Outra proposta alternativa que tramita no Senado e que poderá ser votada nos próximos dias não é consenso entre as centrais.