‘Tentativa de privatizar’, afirma Marcelo sobre o Pix Saúde

    Candidato ao Senado defende reforço do SUS na Bahia como uma das prioridades

    Foto: André Souza / bahia.ba

    O candidato ao Senado pela Federação PSOL-Rede, Marcelo Carvalho, criticou nesta quarta-feira (26) a proposta Pix Saúde, apresentada pelo candidato ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) e disse que é uma tentativa de privatizar a saúde.

    Carvalho afirmou ao bahia.ba que pretende colocar o fortalecimento da saúde pública entre as prioridades caso seja eleito para o Senado. Além de outros setores que pretende defender no Congresso.

    Marcelo Carvalho defende fortalecimento do SUS

    “O que nós queremos é o fortalecimento do SUS nacionalmente, o SUS no estado da Bahia, eu quero é mais hospitais, eu quero é a ampliação e atendimento de saúde básica em todo o estado da Bahia”, afirmou.

    Segundo o candidato, a ampliação da estrutura do Sistema Único de Saúde (SUS) no estado precisa ser fortalecida para atender toda a população. Ele também defendeu a contratação de profissionais qualificados e a melhoria das condições de trabalho e remuneração das equipes. 

    Candidato diz que PIX Saúde é uma tentativa de privatizar o setor

    Carvalho também questionou a proposta e classificou a iniciativa como uma possível tentativa de privatização. “Tentativa de ACM Neto criar o Pix da Saúde, o que eu acho que ele quer no fundo privatizar uma parte da saúde”, classificou.

    Marcelo Carvalho defende ações preventivas

    Na avaliação de Marcelo Carvalho, a política de saúde também precisa priorizar ações preventivas para evitar que pacientes cheguem aos hospitais em situações de maior gravidade. Para ele, o fortalecimento da atenção básica pode contribuir para reduzir a pressão sobre unidades de alta complexidade e diminuir as filas por atendimento.

    “Defendo também a saúde preventiva, e com a medicina preventiva, não teremos mais hospitais superlotados, os de alta complexidade também, esse é o caminho”, afirma o candidato. Carvalho sustenta que a combinação entre ampliação da rede pública, atendimento básico e prevenção deve orientar as políticas de saúde caso conquiste uma vaga no Senado.