Salvador cria plano para enfrentar dengue, zika e chikungunya

    Conselho Municipal de Saúde aprovou plano que reúne ações para prevenção, detecção e controle de dengue, zika e chikungunya até 2029

    Foto: Agência Brasil/Arquivo

    O Conselho Municipal de Saúde de Salvador aprovou um plano de enfrentamento a Contingência para Dengue, Chikungunya e Zika na capital baiana 2026 e 2029. A medida foi publicada no Diário Oficial do Munipal desta quarta-feira (16).

    De acordo com a publicação, o Plano de Enfrentamento e Contingência para Dengue, Chikungunya e Zika foi aprovado depoie de uma reunião do Conselho Municipal de Saúde, realizada em 2 de setembro. O documento foi elaborado pela Secretaria Municipal da Saúde (SMS), por meio da Diretoria de Vigilância da Saúde e das demais áreas técnicas envolvidas e estabelece as diretrizes para prevenção e resposta a surtos e epidemias de arboviroses em Salvador.

    O plano tem como objetivo ampliar a capacidade de Salvador para identificar rapidamente casos e responder a possíveis surtos de dengue, chikungunya e zika. A estratégia prevê ações de prevenção, detecção precoce e controle integrado das doenças.

    Entre as áreas contempladas estão a vigilância epidemiológica, o controle de vetores, a rede laboratorial e a assistência aos pacientes. O planejamento também inclui medidas voltadas à atenção primária e especializada, além dos serviços de urgência, emergência e atendimento hospitalar.

    Plano prevê atuação integrada

    Segundo a resolução, a estratégia deverá reunir diferentes setores da saúde municipal para garantir respostas mais rápidas e direcionadas de acordo com a situação epidemiológica de cada região.

    O documento estabelece ações envolvendo a Vigilância em Saúde, a Rede de Atenção à Saúde e a gestão municipal. A proposta é que as medidas sejam baseadas em evidências e adaptadas às necessidades identificadas nos diferentes territórios de Salvador.

    A execução deverá seguir os objetivos, diretrizes, ações estratégicas, responsabilidades, níveis de resposta e indicadores definidos no plano.

    O Conselho Municipal de Saúde também determinou que eventuais mudanças provocadas por alterações relevantes no cenário epidemiológico ou nas diretrizes nacionais e estaduais sejam formalmente registradas. Caso as mudanças alterem diretrizes, objetivos ou estratégias estruturantes, elas deverão ser submetidas novamente à análise do conselho.