Polícia contesta proibição de greve e faz trocadilho: ‘Chega de RUIndade’

    Os agentes decidiram, nesta terça-feira (11), que vão participar das manifestações da Greve Geral, em contestação à Reforma da Previdência e à proibição de paralisações

    Foto: Divulgação

    Os policias civis decidiram, nesta terça-feira (11), participar das manifestações da Greve Geral, no dia 28 de abril. O ato é contrário à proposta da Reforma da Previdência – que pretende excluir a aposentadoria especial dos agentes –, à decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de proibir os profissionais de fazerem greve e à Reforma Trabalhista.

    Os agentes também criticaram, na reunião, o governador Rui Costa, em reivindicação à Restruturação Salarial de todas as carreiras e utilizaram o trocadilho “Chega de Ruindade” .

    Em nota, o presidente do Sindicato dos Policiais Civis (Sindipoc), Marcos Mauricio, avisou que a corporação “não vai recuar”. “Vamos fazer diversas mobilizações em substituição às paralisações!”, finalizou.

    Líder de três greves da Polícia Militar, em 2002, 2012 e 2014, o deputado estadual Marco Prisco (PPS), em entrevista ao bahia.ba na Assembleia Legislativa, esclareceu que, na prática, a polícia “nunca teve direito a greve”.