Caso Marielle: MP e DH rompem por divergências em investigação

    Entre os motivos para o racha, está a suspeita de que desapareceram imagens de câmeras de segurança que poderiam auxiliar na elucidação do crime

    Foto: Arquivo/ Guilherme Cunha/ Alerj

    O Ministério Público do Rio de Janeiro e a Delegacia de Homicídios romperam por divergências na condução do inquérito da morte da vereadora Marielle Franco e seu motorista Anderson Gomes, informa O Globo.

    Entre os motivos para o racha, está a suspeita de que desapareceram imagens de câmeras de segurança que poderiam auxiliar na investigação.

    Titular da DH, o delegado Giniton Lages adotou a estratégia de prender pessoas com mandados expedidos por outros crimes, mas que podem ter relação com o caso Marielle.

    Nesta terça-feira (18), por exemplo, foi detido Renato Nascimento Santos, conhecido como Renatinho Problema, com mandados de prisão por outros dois homicídios.

    Ele é considerado braço direito do miliciano Orlando Curicica, que está no Presídio Federal de Mossoró e foi apontado por uma testemunha como um dos mandantes do assassinato de Marielle e Anderson.