Publicado em 16/01/2021 às 12h30.

Senacon adotas medidas para combater comércio de vacinas falsificadas

As ações terão apoio dos Procons, da Polícia Federal e Receita Federal

Redação
Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil
Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil

 

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), do Ministério da Justiça e Segurança Pública, deu início às medidas de combate à comercialização de vacinas falsificadas contra a Covid-19.

De acordo com o secretário executivo do Comitê Nacional de Combate à Pirataria, vinculado à Secretaria Nacional do Consumidor, Guilherme Vargas, disse que a questão é urgente.

A prática da venda dessas supostas vacinas foi comunicada ao órgão pelo Procon de São Paulo. “Avaliamos a urgência do tema e acionamos a Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e as outras pastas do para estabelecer estratégia conjunta para garantia a saúde e a segurança dos consumidores brasileiros”.

Para combater a prática, está em estudo a possibilidade de elaboração de campanhas de conscientização dos consumidores e veiculação de alertas nas mídias sobre os riscos da comercialização de vacinas falsificadas. As ações terão apoio dos Procons, da Polícia Federal e Receita Federal.

“A comercialização de vacinas falsificadas expõe a enorme risco a saúde e a segurança do consumidor, pois são produtos fraudulentos e sem qualquer eficácia comprovada. As autoridades sanitárias ainda não liberaram a comercialização de vacinas no Brasil, o que demonstra que sites que oferecem o produto podem estar tentando captar dados pessoais e bancários dos consumidores”, disse a presidente do Conselho Nacional de Combate à Pirataria, Juliana Domingues.

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