O segundo leilão de dólares não foi capaz de alterar a tendência de alta da moeda americana, que segue na faixa de R$ 4,60 nesta quinta-feira (5). Às 10h54, o dólar à vista subia 0,61%, a R$ 4,6080, após a máxima de R$ 4,6126. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Nesta manhã, mais instituições fizeram alteração em suas projeções para a economia brasileira. O Banco Safra reduziu a projeção de IPCA, a inflação oficial, de 3,5% para 3,3% no fim deste ano, além de diminuir a estimativa para o índice de 2021, de 3,7% para 3,65%. Para o PIB, a expectativa foi alterada de 2,5% para 2,4% em 2021. O Banco Fibra reduziu a projeção de PIB de 2020 de 2,60% para 1,80%, mas elevou a de 2021 de 2,5% para 2,6%, e já vê IPCA em 2,90% este ano (de 3,0%).
O Bank of America (BofA) Merrill Lynch ajustou as projeções para a Selic, a taxa básica de juros, e agora enxerga dois novos cortes, de 0,50 ponto porcentual em março e 0,25 ponto porcentual em maio, com a taxa básica de juros do Brasil encerrando 2020 em uma nova mínima histórica de 3,50%.
Na Bolsa, após alcançar a máxima aos 107.216,56 pontos, o Ibovespa caía 1,60%, aos 105.512,55 pontos. Apenas IRB (4,20%) – após o tombo das açõesde mais de 30% da véspera – , Klabin (0,32%) e BB Seguridade (0,23%).
As ações da Petrobrás têm queda superior a 1,5% —investidores continuam preocupados com os desdobramentos do avanço do coronavírus sobre a economia mundial e as Bolsas externas.
No Japão, o primeiro-ministro Shinzo Abe anunciou que turistas da China e da Coreia do Sul terão de cumprir uma quarentena de 14 dias antes de serem autorizados a entrar no país, como parte de uma estratégia do governo para conter a disseminação do Covid-19.
