O coreógrafo e bailarino Robson Mano, integrante da equipe de Claudia Leitte, afirmou ter sido vítima de uma agressão após acompanhar a classificação da Seleção Brasileira para as oitavas de final da Copa do Mundo. O relato foi publicado na noite de segunda-feira (29), quando o artista apareceu nas redes sociais com o rosto machucado e emocionado.
Segundo Robson, o episódio aconteceu no Aflora Bar, localizado em Santa Bárbara, no interior da Bahia. Em uma sequência de vídeos e textos publicados no Instagram, ele contou que foi atacado sem conseguir entender o motivo da violência.
Ao iniciar o desabafo, o bailarino afirmou que conhece a razão da agressão, mas preferiu não detalhar o que teria motivado o ataque.
“Eu não sou santo, mas reconheço vocês que me agrediram sem mais nem menos. Sei o porquê”, escreveu.
Bailarino diz que não provocou confusão
Na publicação, Robson Mano afirmou que saiu de casa apenas para assistir à partida e garantiu que não teve qualquer desentendimento antes das agressões. O artista relatou que costuma evitar sair justamente por se sentir coagido em algumas situações, mas decidiu acompanhar o jogo em um bar. Segundo ele, em nenhum momento discutiu ou desrespeitou alguém.
Apesar disso, contou que acabou sendo espancado.
“Recebi socos e chutes, fui humilhado e até agora não consigo entender o motivo de tanta violência”, afirmou.
Ferimentos e preocupação com a família
O integrante da banda de Claudia Leitte revelou que sofreu lesões no nariz, na testa, no rosto e nas costelas durante as agressões. Além da dor física, Robson destacou o impacto emocional provocado pelo episódio e disse que o sofrimento dos pais tem sido um dos aspectos mais difíceis de enfrentar.
“O que mais me corta o coração é ver meus pais. Minha mãe passa a noite entrando no meu quarto para ver se estou bem”, desabafou.
“Fingi que estava morto”
No trecho mais forte do relato, o bailarino contou que precisou fingir estar desacordado para interromper as agressões.
Segundo ele, enquanto tentava escapar, ouviu uma mulher alertando o agressor de que ele poderia morrer caso os chutes continuassem.
“Eu fingi que estava morto ou desacordado para que a pessoa parasse de me chutar. Ainda não sei o porquê disso. Estou triste demais. Obrigado, Deus, por estar vivo”, escreveu.
Ao encerrar a publicação, Robson afirmou que pretende buscar justiça, mas destacou que seu principal objetivo neste momento é se recuperar física e emocionalmente.

