Trechos de documentário inédito de Suzane von Richthofen vem à tona; confira

    Suzane revelou que o ambiente familiar não apresentava acolhimento e que não havia diálogos sobre assuntos íntimos.

    Foto: Reprodução

    Trechos do documentário inédito de Suzane von Richthofen vieram à tona no início desta semana. As primeiras imagens chamaram atenção devido ao riso da condenada por matar os pais ao comentar sobre momentos que antecederam o crime brutal, ocorrido em 2002. 

    O longa, produzido pela Netflix, ainda não tem data oficial de lançamento. Em alguns pontos da produção, Suzane aborda a rotina que tinha com os pais. De acordo com ela, o ambiente familiar não apresentava acolhimento e que não havia diálogos sobre assuntos íntimos. 

    “Eu vivia estudando. Era só nota alta. Tirava 9 e 10 em todas as matérias. Não tinha demonstração de amor, nem deles pra gente, nem da gente pra eles. Minha vida era brincar com o meu irmão. Meu pai era zero afeto. Minha mãe ainda tinha um pouco. Volta e meia ela pegava a gente no colo. Mas era muito de vez em quando”, disse. 

    “O relacionamento dos meus pais era muito ruim. Eu era criança. Meus pais botavam a gente pra dormir muito cedo. Ouvi uma discussão e desci pra ver o que era. Eu vi meu pai enforcando a minha mãe contra a parede. Foi horrível”, destacou.

    De acordo com Suzane, a ideia do crime passou a ser construída aos poucos com frases como “seria muito bom se eles não existissem”, mas ressalta que “não construiu a arma do crime”. 

    “Não tenho nada a ver com isso”, cravou.