Publicado em 18/06/2026 às 15h20.

Jogador do Congo minimiza impacto de Cristiano Ronaldo: ‘Não exige o mesmo esforço’

Jogador da seleção africana avaliou que a idade reduziu o impacto de Cristiano Ronaldo em campo

Juliano Franca
Foto: Divulgação/Fifa

A atuação discreta de Cristiano Ronaldo no empate entre Portugal e República Democrática do Congo ganhou um capítulo extra fora das quatro linhas. Após a partida, o meia Ngal’ayel Mukau afirmou que a seleção africana não precisou de uma preparação especial para neutralizar o camisa 7 português, destacando que o atacante já não possui o mesmo vigor físico de anos anteriores.

A declaração foi dada após o empate por 1 a 1, na estreia das duas equipes na Copa do Mundo de 2026. Aos 41 anos, Cristiano disputou sua sexta edição do torneio, mas teve dificuldades para encontrar espaços diante da forte marcação congolesa.

“Para ser sincero, nós não fizemos uma preparação especial para o Cristiano Ronaldo. Sabemos que ele não é o mesmo de antes, está um pouco mais velho. Mas continua sendo um dos maiores nomes do esporte”, afirmou Mukau à TNT Sports.

O meio-campista foi além e explicou que a idade do astro português influencia diretamente na forma como os adversários encaram sua marcação.“Quando você chega a essa idade, não é o mesmo. Não é necessário o mesmo esforço para marcar. Mas, repito, tenho um grande respeito por ele. Ele é um dos maiores.”

Apesar do discurso, o time do Congo adotou uma estratégia voltada para reduzir os espaços do ataque português. A equipe africana atuou com uma linha defensiva reforçada e congestionou o setor central do campo durante boa parte do confronto. Portugal saiu na frente com João Neves, mas encontrou dificuldades para transformar a posse de bola em chances claras. A resistência congolesa foi premiada no segundo tempo, quando Wissa aproveitou cobrança de escanteio para marcar de cabeça e decretar o empate.

Foto: Divulgação/Fifa

 

Mesmo sem balançar as redes, Cristiano Ronaldo segue ampliando sua trajetória histórica no futebol mundial. O atacante tornou-se um dos poucos jogadores a disputar seis Copas do Mundo, marca alcançada também por Lionel Messi e pelo goleiro mexicano Guillermo Ochoa.

Juliano Franca
Graduando em jornalismo pela UFBA e estagiário do Bahia.BA. Feirense, fundador da Fute em Foco, crítico de cinema pelo Cine.Italo, cofundador do Daft.Cult e membro da Liga de Jornalismo Esportivo da UFBA e da Liga de Cinema e Audiovisual. Fã da Hayley Williams.

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