O crescimento do Bahia dentro e fora de campo tem chamado atenção. Em participação no programa Futebol S/A, nesta quarta-feira (12), o diretor de Planejamento Estratégico do Palmeiras, Eduardo Quevedo, afirmou que o Tricolor está no rumo para ocupar um posto entre as maiores forças do futebol brasileiro — e garantiu que, internamente, o clube já é tratado como referência.
“Eu acho não. Eu tenho certeza absoluta. Não há dúvida disso”, disse Quevedo ao avaliar o futuro do Esquadrão de Aço, que faz sua melhor campanha na era dos pontos corridos e ocupa a 5ª colocação no Brasileirão.
O executivo destacou que o Bahia aparece de forma recorrente nas discussões estratégicas do Palmeiras.
Segundo ele, o projeto administrado pelo Grupo City fez o clube mudar de patamar e entrar no radar das principais instituições do país.
“Nos debates internos hoje, o Bahia é uma grande referência”, afirmou.
Mesmo projetando o clube no topo, o dirigente reconheceu um desafio estrutural: a distância do eixo do Brasil, que tradicionalmente concentra mais mídia e receita.
“É óbvio que, por não estar no centro expandido do Sudeste, o Bahia tem esse desafio”, ponderou.
Investimentos, Grupo City e a força da torcida
Para Quevedo, a combinação entre investimento, governança e base de torcedores coloca o Bahia em rota de crescimento acelerado.
“O Bahia anunciou um investimento extraordinário na infraestrutura do clube, tanto na base quanto no profissional, superior a R$ 300 milhões”.
“Vocês têm um parceiro espetacular: o Grupo City, que hoje é uma referência mundial, é empregador do melhor técnico do planeta e de um dos melhores clubes do mundo”, destacou.
O dirigente também ressaltou o impacto da torcida tricolor, especialmente nos jogos fora de casa.
“O Bahia também é forte pela torcida. Aqui em São Paulo, quando há jogo no Allianz Parque, aquele espaço fica sempre preenchido pela torcida”, completou.

