Ibañez despista sobre possível mudança de posição e se coloca à disposição da Seleção

    Em seu primeiro Mundial, zagueiro pode ganhar espaço em outra posição na Amarelinha

    Foto: Divulgação/FIFA

    Com a lesão de Wesley e a ausência de um lateral-direito de origem no elenco da Seleção Brasileira, o zagueiro Roger Ibañez surge como uma das alternativas para o setor defensivo na estreia da Copa do Mundo. Além dele, Danilo também aparece entre os candidatos para ocupar a vaga aberta na equipe de Carlo Ancelotti.

    Em entrevista concedida nesta terça-feira (9), Ibañez foi questionado sobre a possibilidade de estar sendo preparado para atuar pela lateral-direita. Sem revelar detalhes dos treinamentos da Seleção, o defensor preferiu manter o mistério na resposta. “A gente está trabalhando forte desde a semana passada para chegar o mais pronto possível para o jogo de estreia. Isso é o máximo que posso te falar porque senão dá ruim para mim“, brincou.

    Apesar de não confirmar qual será sua função em campo, o jogador deixou claro que está preparado para ajudar a equipe em qualquer posição necessária. “Seja de zagueiro ou lateral, estou pronto para ajudar, seja qual for a posição”, afirmou.

    Convocado para disputar sua primeira Copa do Mundo, Ibañez destacou a emoção de viver o momento com a camisa da Seleção Brasileira. O defensor classificou o torneio como o maior palco do futebol e afirmou estar vivendo a melhor fase de sua carreira.

    A Copa do Mundo é o maior evento que alguém pode jogar. Como espectador, já é algo enorme, mas participar é ainda mais especial. Posso dizer que é o melhor momento da minha vida“, declarou.

    A estreia na Copa do Mundo

    A estreia do Brasil no Mundial será diante de Marrocos, no próximo sábado (13). O confronto marca um reencontro entre as seleções, que se enfrentaram em amistoso após a Copa de 2022. Na ocasião, os marroquinos venceram por 2 a 1, em partida disputada durante o período de reformulação da equipe brasileira.

    Ibañez esteve entre os titulares naquele jogo e relembrou o contexto vivido pela Seleção na época.

    “Depois da Copa fui convocado para aquela partida. A Seleção estava passando por uma reestruturação, com muitos jogadores novos recebendo oportunidades. Três anos depois estou aqui novamente, graças a Deus“, concluiu.