Caboto bate palmas para a volta do museu

    A esperança é que Caboto, joia do Brasil colonial, hoje esquecido, volte ao mapa turístico

    Caboto, povoado de Candeias, de aproximadamente 1.500 habitantes, vive dias de expectativas positivas. Está prestes a reconquistar o seu bem maior, o Museu do Recôncavo Wanderley Pinho, obra executada pelo governo baiano com dinheiro do Prodetur. A previsão é de que em julho estará pronto.

    Márcio Farias Maciel, dono de um restaurante temático lá, o El Capitan, diz que o mais importante é que a comunidade foi ouvida e acatada.

    — Fizemos uma sucessão de reuniões, com representantes de gente de toda a redondeza, Ilha de Maré, Bananeira, Porto dos Cavalos, Mucunga e Passé. A diretora Maria de Fátima sempre participou e aceitou as sugestões.

    A esperança é que Caboto, joia do Brasil colonial, hoje esquecido, volte ao mapa turístico.