CPMI das Fake News: parlamentares discutem quebra de sigilo bancário de 9 empresas

    Além da Yacows, estão citadas a Maut Desenvolvimento de Software, a Kiplix Comunicação Digital e a Deep Marketing

    Foto: Marcos Oliveira/Agência Senado

    Os senadores que discutem a Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) das Fake News estão analisando a quebra de sigilo bancário de nove empresas e mais três pessoas suspeitas de atuar com disseminação de notícias falsas no Brasil.

    Segundo informações da colunista Mônica Bergamo, a medida pode atingir os donos da Yacows, Lindolfo Alves Neto e Flávia Alves, além de um ex-funcionário do casal, Hans River, que depôs no Senado.

    Para a quebra de sigilo bancário também estão listadas as empresas a Maut Desenvolvimento de Software, a Kiplix Comunicação Digital e a Deep Marketing.

    A solicitação para investigar as empresas com maior rigor foi feita pela deputada Natália Bonavides (PT-RN) e apresentada na segunda-feira (2).

    Atualmente, a bancada da CPMI está dividida, com 14 votos da oposição e outros 14 da base do governo de Jair Bolsonaro. Outros quatro parlamentaresm, que atuam como fiel da balança, podem decidir se a quebra será aprovada ou vetada.