Detido pela Lava Jato passa para prisão domiciliar

    O engenheiro Zwi Skornicki é suspeito de operar propina para João Santana, marqueteiro do PT

    Zwi Skornicki é apontado como um dos operadores de propina na Petrobrás. (Foto: Reprodução/Facebook)

    Detido em fevereiro deste ano pela Operação Lava Jato, o engenheiro Zwi Skornicki, representante do estaleiro Keppel Fels, passou a cumprir prisão domiciliar a partir desta sexta-feira (12), com o uso de tornozeleira eletrônica, segundo informações do G1.

    Apontado pelo Ministério Público Federal (MPF) como elo para pagamento de propina, Skornicki responde por organização criminosa, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

    O engenheiro foi preso na 23ª fase da Lava Jato, batizada de Acarajé, quando também foram detidos João Santana, marqueteiro do PT, e a mulher Mônica Moura.

    Há indícios de que Santana recebeu US$ 3 milhões de offshores ligadas à Odebrecht, entre 2012 e 2013, e US$ 4,5 milhões de Skornicki, entre 2013 e 2014, segundo a força-tarefa da Lava Jato.