Geraldo diz que nova pesquisa mostra trabalho de Lula na ‘reconstrução do país’

    Avaliação negativa do presidente sofreu queda nesta terça-feira (17) e chegou a 40,4%, segundo estudo da CNT

    Foto: Otávio Queiroz/bahia.ba

    O vice-governador da Bahia, Geraldo Jr. (MDB), afirmou nesta terça-feira (17) que a queda na avaliação negativa do presidente Lula (PT) é reflexo do trabalho que o governo federal realiza para “reconstruir o país”. A declaração do emedebista foi dada ao bahia.ba, durante agenda do governador Jerônimo Rodrigues (PT).

    “É uma tradução do que representa o governo do presidente Lula, a reconstrução do país com políticas públicas na área da infraestrutura, saúde, educação, mobilidade urbana, inclusão, participação da sociedade. E essa é a tendência do nosso estado, do governo estadual em consonância com o presidente Lula”, disse.

    Questionado sobre a última pesquisa eleitoral, Geraldo ainda destacou o empenho do governo Lula na geração de emprego e renda e citou índices positivos da gestão petista.

    “O presidente Lula atua na redução dos índices de desemprego. Os números mostram o maior número de carteiras assinadas durante o governo Lula, batendo todos os recordes na aprovação de empregos formais, uma tendência para a economia criativa, para a economia solidária, e essa é a tendência verticalizada com o governo estadual”, complementou.

    Mapa da fome

    Em entrevista ao bahia.ba, o vice-governador apresentou dados e declarou que o “mapa da fome” despencou nos últimos anos de governo. Lula e Jerônimo se elegeram em 2022 e estão prestes a completar três anos de gestão à frente do Brasil e da Bahia, respectivamente.

    “Quando iniciamos, eram quase 2 milhões de baianos e baianas no mapa da fome, já saíram desse mapa mais de 1 milhão de baianos e baianas. No governo federal, eram 32 milhões brasileiros e brasileiras com fome, e os dados mostram que mais de 23 milhões de brasileiros e brasileiras saíram do mapa da fome. É isso que o governo federal tem feito, independente das bandeiras partidárias políticas”, concluiu o emedebista.