Planalto também quer adiar votação de cassação de Cunha

    Temer também está na lista dos interessados em empurrar a sessão só para depois das eleições

    Foto: Beto Barata/Fotos Públicas

    A tese de adiamento da votação de cassação do ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), ganhou mais um reforço. Conforme publicado na coluna Painel, da Folha de São Paulo, nesta segunda-feira (15), o presidente interino Michel Temer (PMDB-SP) também está na lista dos interessados em empurrar a sessão só para depois das eleições, no dia 12 de setembro.

    Mas do que adiar até o próximo mês, a intensão do crescente grupo de peemedebistas, que ganha adesão de outras siglas, é boicotar a votação. O movimento começa a influenciar bancadas de outros partidos da base aliada, principalmente do chamado “Centrão” – grupo de siglas liderado por PP, PSD e PTB.

    Ainda conforme a publicação, o Planalto precisa tomar cuidado com o atual presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), que não pretende deixar seu mandato tampão passar em branco e pode reagir à esquerda, caso a base complique a sua vida.