Presidente do Novo contesta eleição e cobra cassação de Lula

    A manifestação ocorre após a derrota do senador Flávio Bolsonaro (PL)

    Foto: Reprodução / Partido Novo

    O presidente nacional do Novo, Eduardo Ribeiro, questionou a legitimidade do resultado das eleições presidenciais de 2026 e acusou o PT de recorrer à estrutura do governo federal e ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir a permanência no poder. Após a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o dirigente defendeu que a Justiça Eleitoral analise os pedidos que buscam a cassação da chapa vencedora.

    Em publicação, Ribeiro afirmou que o resultado das urnas demonstraria que o Brasil não vive uma democracia. Ele também acusou os petistas de promover uma campanha baseada em mentiras e cobrou uma atuação da Justiça nos processos contra a candidatura de Lula.

    “O resultado da eleição é a prova de que o Brasil não é uma democracia. Como se não bastasse fazer uma campanha cheia de mentiras, o PT usou como nunca a máquina pública e o STF pra se manter no poder. Temos três ações pedindo a cassação da chapa de Lula. Cabe agora à Justiça cumprir seu papel, se ainda existe Justiça nesse país”, declarou.

    Novo apresenta ações contra chapa eleita

    A manifestação ocorre após a derrota do senador Flávio Bolsonaro (PL) na disputa pelo Palácio do Planalto, no segundo turno realizado no domingo (25). Lula conquistou a reeleição com 51,79% dos votos válidos, cerca de 64,2 milhões de votos. Flávio terminou a disputa com 48,21%, o equivalente a aproximadamente 59,8 milhões de votos. A diferença entre os candidatos foi de cerca de 4,4 milhões de votos.

    O partido Novo afirma ter protocolado três ações contra a chapa formada por Lula e pelo vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB). Entre elas, está uma representação apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 20 de outubro.

    A ação solicita a cassação dos registros de candidatura da chapa e a declaração de inelegibilidade de Lula e Alckmin pelo período de oito anos. Os pedidos ainda dependem de análise da Justiça Eleitoral.