Secretário nacional do PT sai em defesa de Jaques Wagner, alvo da Polícia Federal

    A investigação apura supostas movimentações financeiras e patrimoniais que teriam beneficiado pessoas ligadas ao parlamentar

    Foto: Assessoria

    Em publicação nas redes sociais, o secretário nacional de Comunicação do PT, Éden Valadares, saiu em defesa do senador Jaques Wagner (PT-BA), citado na nova fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta quinta-feira (18).

    A investigação apura supostas movimentações financeiras e patrimoniais que teriam beneficiado pessoas ligadas ao parlamentar ao longo dos últimos anos. O empresário e dono do Banco Pleno, Augusto Lima, também é alvo da operação.

    Ao comentar o caso, Éden afirmou que Wagner tem o apoio integral do partido e disse confiar que o senador esclarecerá quaisquer questionamentos no decorrer das investigações. “O senador Jaques Wagner sempre teve e tem o inteiro apoio do PT. Confiamos que poderá esclarecer qualquer dúvida durante a investigação”, afirmou.

    Na postagem, o dirigente petista também rebateu tentativas de vincular o caso ao partido e direcionou críticas ao senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e ao governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

    Quem autorizou o Banco Master foi o governo Bolsonaro. Quem é íntimo de Daniel Vorcaro, visitou mesmo após a prisão e tem ele como um ‘irmão’ é Flávio Bolsonaro. Quem recebeu milhões de reais deste esquema foi a família Bolsonaro”, escreveu.

    Éden ainda afirmou que a tentativa de associar o escândalo a diferentes campos políticos teria o objetivo de diluir responsabilidades.

    A tentativa de equiparar essas relações e falsamente criar a ideia de que o escândalo BolsoMaster atinge igualmente todos os campos políticos brasileiros é inócua e revela o grau de desespero de Flávio – que foi pego na mentira, perdeu a pouca credibilidade que tinha e vê sua campanha definhar dia a dia”, completou.

    Confira a publicação