Bruno descarta obrigatoriedade de máscara para conter varíola dos macacos

    O prefeito de Salvador disse que sua gestão não está discutindo essa possibilidade, diante dos números atuais

    Foto: Cássio Santana / bahia.ba

    Mesmo após o Ministério da Saúde classificar a varíola dos macacos como nível máximo de emergência no Brasil, que hoje registra mais de 3 mil casos, a prefeitura de Salvador não prevê obrigar o uso de máscara para conter a proliferação da doença na cidade.

    “A gente descarta essa possibilidade. Não estamos discutindo, nem avaliando essa possibilidade”, afirmou o prefeito Bruno Reis, nesta segunda-feira (15), em conversa com a imprensa. “Isso não significa que em algum momento a gente não tenha que avaliar e tomar a decisão.”, ponderou o gestor municipal.

    De acordo com o prefeito, a decisão de não obrigar os soteropolitanos a utilizar a proteção está respaldada nos atuais números da Monkeypox na capital baiana. “Com o protocolo que nós elaboramos, as campanhas que nós estamos fazendo e publicidade orientando as pessoas para os cuidados necessários, ainda não é necessário avançar para a utilização de máscara de uso obrigatório”, explicou o gestor municipal, que, por outro lado, diz que é recomendável que a população com comorbidades faça uso da máscara.

    Na Bahia, dados divulgados pela Secretaria da Saúde na última sexta-feira (12) apontam que o estado soma 27 casos confirmados da varíola dos macacos, sendo 18 deles em Salvador.