Publicado em 29/06/2026 às 17h16.

Codesal identifica pontos de risco no trajeto do 2 de Julho e faz intervenções antes do desfile

Inspeções foram realizadas entre abril e junho no trecho entre a Lapinha e o Campo Grande

Redação
Foto: Divulgação/Codesal

 

A Defesa Civil de Salvador (Codesal) concluiu uma série de vistorias técnicas no percurso do desfile do 2 de Julho e identificou problemas de infraestrutura e conservação que podem comprometer a segurança do público durante a tradicional celebração cívica. As inspeções foram realizadas entre abril e junho no trecho entre a Lapinha e o Campo Grande.

Durante as vistorias, equipes técnicas analisaram as condições de fachadas de imóveis históricos, estruturas metálicas de estabilização, calçadas, pavimentação e sistemas de drenagem. Entre as irregularidades encontradas estão caixas de drenagem e hidrômetros sem tampa ou danificados, trechos com pavimento irregular e fachadas degradadas com risco de desprendimento de elementos.

De acordo com a Codesal, os relatórios técnicos foram encaminhados aos órgãos responsáveis para a adoção das medidas necessárias antes da realização do cortejo, incluindo a recuperação de calçadas e o isolamento de imóveis que apresentem risco.

O diretor-geral da Codesal, Adriano Silveira, afirmou que o trabalho preventivo busca reduzir riscos aos participantes da festa. “As ações preventivas são de fundamental importância para garantir a integridade física de quem participa e acompanha o cortejo. Nosso objetivo é identificar previamente qualquer ponto que possa oferecer risco, para que as intervenções necessárias sejam realizadas em tempo hábil”, ressaltou.

A gerente de Redução de Riscos da Codesal, Rita Jane Brito de Moraes, disse que a análise envolve diferentes aspectos da infraestrutura do circuito. “Analisamos desde o estado de conservação das vias e equipamentos públicos até a situação dos imóveis inseridos no circuito. Quando identificamos algum comprometimento, emitimos notificações e encaminhamos os relatórios técnicos aos órgãos responsáveis”, concluiu.

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