Publicado em 26/06/2026 às 18h12.

Prefeitura inicia intervenções em áreas do BRT para implantação de espaços comerciais

Expectativa da gestão municipal é que a operação dos novos equipamentos seja iniciada até o fim de 2026

Redação
Fotos: Divulgação / Secom PMS

 

A prefeitura de Salvador iniciou nesta semana as primeiras intervenções do projeto Estações Vivas, que prevê a requalificação das áreas livres localizadas no entorno das estações Hiper, Cidadela e Pedrinhas do BRT, além do Terminal Mané Dendê. A iniciativa será executada pelo Consórcio Estações Vivas, responsável pelas obras, implantação das estruturas e administração dos futuros espaços comerciais.

Nesta etapa inicial, as equipes realizam a limpeza dos terrenos, preparação das áreas e instalação de tapumes. A expectativa da gestão municipal é que a operação dos novos equipamentos seja iniciada até o fim de 2026.

O projeto, desenvolvido pela Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), prevê a transformação dos espaços sob os elevados do BRT em áreas destinadas ao comércio, à prestação de serviços, ao lazer e à convivência, com ocupação gradual à medida que as obras avancem.

Segundo a prefeitura, o modelo busca conciliar a utilização dos espaços públicos com atividades econômicas, incorporando empreendimentos voltados ao atendimento dos usuários do sistema de transporte e dos moradores das regiões atendidas.

Além da instalação de estabelecimentos comerciais e de serviços, o projeto prevê áreas destinadas à Guarda Civil Municipal (GCM), realização de eventos culturais e ações de ativação urbana. As áreas de lazer existentes permanecerão com acesso gratuito.

De acordo com o secretário de Mobilidade, Pablo Souza, a proposta busca integrar mobilidade urbana, desenvolvimento econômico e ocupação dos espaços públicos.

“Estamos implantando um modelo que concilia o uso social dos espaços com oportunidades para o comércio e os serviços, valorizando áreas que passam a oferecer mais opções para quem utiliza o sistema BRT e para quem vive no entorno. As áreas de lazer permanecem gratuitas, fortalecendo a convivência, a qualidade de vida e a ocupação qualificada desses ambientes. É uma iniciativa que integra mobilidade, desenvolvimento urbano, geração de emprego e renda e preservação dos espaços públicos”, destaca.

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