Supremo retoma julgamento de ações contrárias à Lei de Responsabilidade Fiscal

    Lei entrou em vigor em 2000 e define regras para prefeitos e governadores equilibrarem as finanças públicas

    Foto: Nelson Jr./SCO/STF

    O Supremo Tribunal Federal (STF) retoma nesta quarta-feira (21) o julgamento de oito ações que, juntas, questionam cerca de 30 pontos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

    A lei entrou em vigor em 2000 e define regras para prefeitos e governadores equilibrarem as finanças públicas.

    O ponto mais polêmico está suspenso desde 2002 e permite a estados e municípios reduzir jornada de trabalho e salário quando os gastos com pessoal ultrapassarem o teto previsto em lei.

    A lei prevê como limite o gasto de 60% da receita corrente líquida (RCL) com salários, mas constantemente estados e municípios ultrapassam o percentual.