Petebista questiona licitação; prefeitura rebate e informa que processo não foi concluído

    Segundo denúncia, Instituto Albatroz apresentou proposta mais cara para ações de combate à pandemia em chamamento de R$ 48 mi

    Foto: Lucas Lins/ ASCOM/ PMLF

    Com base na homologação na última sexta-feira (22) de um chamamento público orçado em R$ 48 milhões , o presidente do PTB em Lauro de Freitas, anunciou em nota que pretende pedir investigação policial e do Ministério Público em licitações relativas à pandemia no município. O petebista afirma que a empresa que ganhou a licitação, o Instituto Albatroz de Desenvolvimento Humano, apresentou a proposta de maior valor (R$ 49.941.943,52.

    Também concorrentes no certame Provida, S3 e IBDS propuseram os montantes de R$ 48.956.097,89, R$ 48.478.117,37 e R$ 47.042.387,83. Provida e S3 recorreram, mas tiveram o recurso negado. “É preciso que a prefeita esclareça a população mais este absurdo. Este é um caso para ser apurado pela Polícia Federal”, disse Mauro Cardim, em nota.

    Resposta

    Não foi possível localizar as empresas que participam da licitação, em resposta por meio da assessoria de comunicação, a prefeitura de Lauro de Freitas destacou que o processo não foi concluído, portanto não há vencedor.

    “Todas as propostas de trabalho foram classificadas e suas notas publicadas nos diários oficiais, em ordem decrescente de classificação”, informou.Ainda segundo a equipe da prefeita Moema Gramacho, o chamamento visa selecionar uma organização social de direito privado, sem fins lucrativos, para gerir quatros unidades de saúde especializadas no município.

    Caberá ao selecionado gerir o patrimônio físico e os recursos humanos, adquirir e manter equipamentos e contratar serviços terceirizados e compra de suprimentos necessários. “Os critérios de seleção não envolvem somente preço, mas uma proposta técnica e orçamentária muito bem elaborada, além de comprovação da experiência de gestão”, ressaltou o Município.