Publicado em 15/05/2026 às 18h23.

Eliminado da Copa do Brasil, Bahia terá menor calendário desde rebaixamento à Série C

Tricolor fará apenas 53 jogos em 2026 após eliminações precoces em mata-matas

Juliano Franca
Foto: Samara Miranda/Ascom Remo

 

A eliminação para o Remo na quinta fase da Copa do Brasil fez o Bahia atingir uma marca negativa em 2026. Com apenas o Campeonato Brasileiro pela frente até o fim da temporada, o Tricolor terá o menor número de jogos em um ano desde 2005, temporada marcada pelo rebaixamento para a Série C.

Naquele ano, o Bahia caiu ainda na primeira fase da Copa do Brasil para o Grêmio, sendo eliminado pelo critério do gol qualificado. Na Série B, o Tricolor terminou na 18ª posição e foi rebaixado, enquanto no Baiano ficou com o vice-campeonato diante do Vitória após 14 jogos, totalizando 37 partidas. Desde então, a temporada com menos partidas do tricolor havia sido 2022, quando também estava na 2ª divisão e disputou 59 jogos.

Mas, 2026 quebrará esse “recorde”. Ao todo, o Esquadrão disputará apenas 53 partidas em 2026, 27 a menos ao compararmos com com 2025, quando o clube terminou como a equipe brasileira com mais jogos na temporada, entrando em campo 80 vezes. 

A campanha deste ano foi encurtada após as eliminações ainda na fase preliminar da Libertadores e na estreia da Copa do Brasil. Contra o Remo, o Bahia perdeu os dois confrontos da quinta, e caiu ainda na etapa preliminar da Copa Libertadores para o O’Higgins, do Chile. Além disso, o Tricolor também ficou fora da Copa do Nordeste de por conta das mudanças no calendário do futebol brasileiro.

Apesar do cenário, o Bahia ainda tenta reação no Campeonato Brasileiro. A equipe comandada por Rogério Ceni ocupa a parte de cima da tabela da Série A, mas atravessa sequência de 6 jogos sem triunfar e vê a competição nacional como principal objetivo no restante do ano.

 

Foto: Letícia Martins/EC Bahia

 

Juliano Franca
Graduando em jornalismo pela UFBA e estagiário do Bahia.BA. Fundador do portal Fute em Foco, repórter e comentarista do Tikitaka Sports, crítico de cinema pelo Cine.Italo, cofundador do Daft.Cult e membro da Liga de Jornalismo Esportivo da UFBA e da Liga de Cinema e Audiovisual.

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