Delliana celebra avanço e chega a 7% em pesquisa na Bahia

    Delliana chega a 7% em pesquisa para o Senado e destaca crescimento na reta final da campanha

    Foto: Divulgação/Bruno Hierro

    A candidata ao Senado Federal Professora Delliana (PSOL) comemorou o resultado da pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta segunda-feira (28), que aponta 7% das intenções de voto para ela na Bahia.

    O levantamento divulgado a seis dias da eleição mostra avanço em relação às rodadas anteriores, nas quais a candidata registrou 5% em agosto e 6% no início de setembro.

    Ao comentar os números, Delliana afirmou que o crescimento ocorre entre eleitores que ainda não haviam definido o voto. “Em agosto, eu disse que o nosso crescimento viria de quem ainda não tinha decidido o voto, e é isso que os números mostram agora”, disse Delliana.

    Desde agosto, a porcentagem de brancos e nulos caiu de 9% para 5%, e a de indecisos de 8% para 6%. Segundo a candidata, o resultado também está relacionado à estratégia adotada durante a campanha, com apresentação de propostas e diálogo direto com os eleitores.

    “Esse caminho se faz eleitor por eleitor, conversa por conversa, com gente que trabalha nesta campanha por convicção. Nesta última semana, quero dizer a cada baiano e a cada baiana que a fotografia do poder pode mudar, e ela muda com o voto de quem nunca se viu representado”, afirmou Delliana.

    Professora defende propostas para a categoria

    Sendo professora, Delliana também apresenta propostas voltadas à educação e aos direitos dos trabalhadores. Entre as medidas defendidas por ela estão a isenção do Imposto de Renda para professores da educação básica e o fim da escala 6×1, já comentadas anteriormente no bahia.ba durante a participação da candidata no podcast.

    “A gente acredita que os professores da educação básica tenham uma isenção fiscal, entendendo, inclusive, que, com as demandas que a gente assume em sala de aula e com todas as lutas que a gente precisa encampar para garantir o mínimo, o piso salarial é um valor que não garante, por exemplo, atendimento psicológico”, defendeu.