Malafaia critica condução coercitiva: ‘Safadeza’

    Segundo as investigações da Operação Timóteo, Malafaia é suspeito de emprestar contas bancárias de sua instituição para ajudar a ocultar dinheiro

    Foto: Reprodução/Site Notícias Gospel

    Alvo de um mandado de condução coercitiva nesta sexta-feira (16) na Operação Timóteo, o pastor Silas Malafaia criticou a Justiça ao chegar para prestar depoimento na sede da Polícia Federal em São Paulo.

    De acordo com as investigações, Malafaia é suspeito de emprestar contas bancárias de sua instituição para ajudar a ocultar dinheiro. “Eu recebo cheque de várias pessoas, cheque pessoal, para a igreja, para a minha associação. Quer dizer que um pastor ou um padre que recebe uma oferta, depositada em conta, de um traficante, quer dizer que o pastor ou o padre é traficante? Onde é que vamos parar? Por que o juiz não mandou uma intimação para eu vir aqui prestar declaração?”, questionou o líder religioso.

    O pastor disse ainda que há “interesses” por trás da ação da Polícia Federal. “É uma tentativa de me denegrir, porque tem interesses por trás, porque eu me posiciono. Isso é uma safadeza. Uma molecagem. Estou desfiando provar que estou envolvido com esses canalhas. Meta eles na cadeira. Sou a favor da Lava Jato, de uma Justiça forte, mas não para pegar um cidadão que não tem nenhuma acusação e tentar denegrir minha imagem diante da opinião pública”, acusou.