Marcelo Carvalho convoca eleitores na Bahia para virada de Lula

    Em mensagem ao bahia.ba, dirigente sindical agradece votação ao Senado e prega união da militância no cenário nacional

    Foto: Divulgação

    Candidato ao Senado Federal pela federação PSOL/Rede, Marcelo Carvalho fez um balanço da sua trajetória no primeiro turno das eleições na Bahia e projetou a mobilização para a etapa decisiva da disputa presidencial. Em declaração enviada ao bahia.ba, o dirigente sindical agradeceu pelo desempenho nas urnas e convocou os eleitores para engajarem na campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno.

    A disputa pelas duas vagas baianas no Senado terminou com a vitória dos ex-governadores Jaques Wagner e Rui Costa, ambos do PT, que integraram a chapa majoritária vitoriosa liderada pelo governador reeleito Jerônimo Rodrigues (PT).

    Mesmo sem conquistar a vaga, Carvalho destacou o caráter propositivo da sua campanha e comemorou os mais de 50 mil votos recebidos no estado.

    “Fizemos uma campanha propositiva no estado da Bahia, tivemos mais de 50 mil votos de corações que querem uma mudança no estado. Agradeço demais a todo mundo que acompanhou o nosso projeto e a toda a imprensa baiana pelo espaço”, declarou o candidato.

    Foto: André Souza / bahia.ba

    Mobilização e foco pela reeleição de Lula

    Com o fim do pleito estadual, o representante da Rede Sustentabilidade reforçou que o foco do seu grupo político agora está totalmente voltado para a disputa presidencial, convocando eleitores e militantes para reforçarem o palanque de Lula contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).

    “A minha obrigação como dirigente sindical, como uma pessoa que quer o bem do país, é convocar todos aqueles que votaram comigo e aqueles que não puderam votar a nos fortalecerem no segundo turno, arregaçando as mangas para a gente poder reeleger o nosso presidente Luiz Inácio Lula da Silva”, afirmou.

    Carvalho concluiu demonstrando otimismo quanto ao resultado das urnas no cenário nacional: “A gente vai virar esse jogo no segundo turno e o Brasil não vai voltar a um passado recente que colocou o nosso país à margem de toda a sociedade mundial”.