Publicado em 02/12/2020 às 19h40.

Pfizer dá ultimato para Brasil decidir se compra imunizante desta empresa

Países da América Latina, como Chile e Peru, já fecharam com a farmacêutica

Redação
Foto: Divulgação/Grupo Fleury
Foto: Divulgação/Grupo Fleury

 

O diretor de vacinas da Pfizer Brasil, Alejandro Lizarraga, deu um ultimato ao país no sentido de definir logo se encomenda ou não a vacina contra a Covid-19 que a empresa desenvolve junto com a BioNTech. O executivo destacou que países da América Latina, como Chile e Peru, já fecharam com esta farmacêutica.

“A cada dia o número de doses disponíveis para os países diminui consideravelmente”, afirmou Alejandro Lizarraga à CNN. Nesta quarta-feira (2), o Reino Unido anunciou que aprovou o imunizante da Pfizer/BioNTech, que começa a aplicar o produto na próxima semana.“Eu não posso compartilhar a data, mas o Brasil tem alguns dias ou semanas para fazer o pedido, e entregarmos a vacina no primeiro trimestre de 2021″, acresceu o diretor.

Apesar de não ter o perfil desejado pelo governo brasileiro, o produtor fabricado pela Pfizer não está descartado, de acordo com técnicos do Ministério da Saúde ouvidos pela CNN. No Congresso Nacional, o ministro da pasta, Eduardo Pazuello, afirmou que o país deve contratar até três tipos de vacina. Um deles deve ser o da Astrazeneca/Universidade de Oxford, que tem parceria com a Fiocruz. Em paralelo, a Anivsa definiu as regras para a autorização de uso emergencial de vacinas no Brasil.

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